

Às vezes a gente nem sabe, mas nossas atitudes podem influenciar. Veja aqui o que pode estressar seu cachorro.

Nunca se esqueça da guia para cachorro.

O médico veterinário Alexandre Figueiredo, do Blog Dicas Boas pra Cachorro, dá dicas para compreendermos a seriedade dessa doença. Confira a seguir e descubra como cuidar melhor das principais doenças do carrapato. A Erliquiose (Erhlichia canis) e a Babesiose (Babesia canis) são as principais doenças infecciosas transmitidas pelos carrapatos e foram popularmente chamadas de “Doença do Carrapato”, ainda que englobem mais de uma doença. Apesar de serem duas doenças diferentes, os seus sintomas clínicos são relativamente semelhantes, com poucas variações entre as duas. Essas duas doenças são potencialmente fatais em cachorros de todas as idades, raças e sexos. Possuem sintomatologia clínica inespecífica, portanto o diagnóstico é bastante complexo e difícil para o clínico veterinário. ERHLICHIA CANIS O carrapato Rhipicephalus sanguineus transmite a doença para os cachorros pela saliva. O período de incubação da doença pode variar de 1 a 3 semanas. Pode ser dividida em três estágios: Aguda: dissemina-se do local da picada até o baço, o fígado e os linfonodos (causa aumento dos órgãos); depois, torna-se subclínica com baixa no número de plaquetas (trombocitopenia) branda; vasculite; a presença de anticorpos antiplaquetários podem exacerbar a trombocitopenia; baixa nas células de defesa (leucopenia) variável; anemia branda; a gravidade da doença depende do microorganismo. Subclínica: o microorganismo persite e com isso a resposta dos anticorpos aumenta (hiperglobulinemia); também ocorre a persistência da trombocitopenia. Crônica: a diminuição na produção da medula óssea (plaquetas e supressão da produção das células vermelhas do sangue – hemácias); SINAIS CLÍNICOS A duração dos sinais clínicos desde a doença aguda inicial até a manifestação, ou seja, apresentar os sintomas clássicos da doença – geralmente é maior que 2 meses. Os sintomas clássicos da doença são à letargia, depressão, anorexia (redução ou perda do apetite), perda de peso, febre, E em quadros mais evoluídos à sangramento espontâneo, angústia respiratória, incoordenação motora, inclinação da cabeça e até dor ocular (uveíte). Lembre-se! O fato do seu cachorro apresentar os sintomas clássicos, não necessariamente ele estará com a doença do carrapato. Várias outras doenças apresentam os mesmos sinais clínicos!!! Portanto, leve logo o seu cachorro no veterinário de sua confiança para que ele seja examinado e que se façam os exames necessários para o correto diagnóstico! Você pode saber mais sobre esses sintomas e sobre como acabar com carrapatos aqui! BABESIOSE A infecção pode ocorrer por transmissão indireta pelo carrapato, transmissão direta via transferência / transfusão sanguínea ou pela placenta. Ou seja, se a sua cadela está gestante e tem babesia, os filhotes que nascerem terão grande chance de ter a doença. Os microorganismos infectam e replicam-se nas hemácias (células vermelhas do sangue), resultando em anemia tanto direta como hemolítica imunomediada (quando o sistema de defesa do animal interpreta que as suas próprias hemácias são “intrusos” e acaba destruindo-as, piorando mais ainda a anemia). É provável que a anemia hemolítica imunomediada seja mais importante do ponto de vista clínico do que a hemólise induzida pelo parasita, já que a gravidade dos sinais não depende do grau de parasitemia. SINAIS CLÍNICOS Podem ser superagudos, agudos ou crônicos; Alguns animais carreadores (que já foram infectados) não apresentam quaisquer sinais clínicos detectáveis. Os principais sintomas clínicos são à Letargia, anorexia, mucosas pálidas, febre, aumento de volume e tamanho do baço (esplenomegalia), aumento de linfonodos / “gânglios / ínguas”, icterícia (pele amarelada), perda de peso, fezes com coloração alterada. A imunossupressão (a baixa de defesa do organismo) pode gerar sinais clínicos e parasitemia acentuada em cães com infecções crônicas. TRATAMENTO e PREVENÇÃO de Erliquia e Babesia Terapia com antibióticos específicos (durante no mínimo 21 dias), fluidoterapia e em pacientes gravemente anêmicos pode ser necessário transfusão sanguínea Pode exigir a internação ou o cuidado ambulatorial, dependendo da gravidade da doença. Após um animal ter sido infectado por Erhlichia canis, mesmo após o tratamento, ele ainda pode ter uma recaída se for novamente picado por um carrapato infectado O diagnóstico precoce é fundamental para a recuperação do seu cachorro! O controle parasitário dos carrapatos torna-se importante para a remoção de todos os carrapatos aderidos à pele dentro de 24 horas da fixação/ infestação. Saiba como acabar com os carrapatos do seu cachorro aqui! A evolução de aguda para crônica pode ser facilmente evitada por meio do tratamento eficaz e precoce; entretanto, muitos cães permanecem soropositivos e pode apresentar recidivas (mesmo anos mais tarde). Consulte sempre seu veterinário antes de tomar qualquer atitude sobre a saúde do seu cachorro! Texto: Dr. Alexandre Figueiredo do Blog Dicas Boas pra Cachorro www.dicasboaspracachorro.com.br Link para matéria: http://comoacabarcomcarrapatos.com.br/apresentacao-completa/ E aí, essa matéria agregou? Esperamos que sim! Se tiver dúvidas ou sugestões de matérias que gostaria de ver aqui no Blog da Zee, escreve pra gente! É só mandar um email para contato@zee-dog.com e vamos atrás da informação que você precisa.

O Dr Pedro Pestana dá dicas de alimentação para seus pets!

Adestrar seu cachorro é garantir o bom convívio entre vocês.

A Dra Juliana Antunes dá dicas de limpeza para quem tem pets!

Acredite: é possível passear com gato na rua!

Esteja preparado pra receber um cachorro em casa.

Além de planejar as viagens, é preciso pensar onde deixar nossos cachorros, que muitas vezes não poderão nos acompanhar. Essa é uma tarefa difícil. Um mix de culpa e medo é normal, por isso, separamos algumas dicas que podem te ajudar a viajar mais tranquilo. Hotéis e Pet-shops especializados São muitos os lugares que já trabalham com o serviço de hospedagem de animais. A maioria dos hotéis para cachorros começa com uma consulta veterinária para avaliar a saúde do cachorro, incluindo a checagem das vacinas e histórico de doenças. Os locais costumam também fazer um questionário para saber como é a rotina do animal, o tipo de alimentação e a prática de exercícios físicos. Muitos desses hotéis contam também com serviços como turmas de socialização, piscina, banho e passeios diários. No dia da despedida, é sempre bom que junto com o cachorro você leve os pertences que ele mais usa: a coleira e guia, a cama que ele está acostumado a dormir e os brinquedos favoritos. Assim ele não se sentirá tão longe de casa. Deixe seu cachorro em casa Sabemos que muitas vezes a mudança de rotina é complicada para alguns cachorros, por isso, uma ótima opção é contratar alguém para ir na sua casa para passear, dar banho e brincar com ele. Dessa forma, evita que o animal sofra com o estresse da mudança. Hoje em dia há muitos aplicativos que reúnem pessoas que amam animais e que estão dispostas a cuidar deles com muito amor e carinho. Afinal, o pré-requisito básico para a escolha deve ser esse, não é? É possível consultar os perfis desses candidatos com suas experiências e personalidades, além de marcar visitas e, o mais importante, que ele e seu cachorro se conheçam. Alguns aplicativos já disponíveis são: PetHub e Babá de Animais. Deixe seu cachorro na casa de alguém Se seu cachorro não estiver acostumado a ficar muito tempo sozinho, uma saída é hospedá-lo na casa de alguém de confiança, garantindo companhia frequente. A primeira regra básica é ter certeza que a pessoa que hospedará seu cachorro tenha uma boa relação com ele. Esse processo deve ser feito com antecedência: leve-o algumas vezes no local para que ele possa se familiarizar com o cuidador e com o ambiente. E para que seu cachorro não sinta tanta saudade de casa, é necessário deixar objetos e brinquedos que ele está acostumado. Se você não conhece ninguém que tenha a disponibilidade de ficar com seu cachorro, existem aplicativos e serviços de anfitriões que estão dispostos a abrir sua casa para seu cachorro durante esse tempo. Durante a viagem, você pode acompanhar a rotina dele por meio de fotos e vídeos que o anfitrião envia pela própria plataforma. Apps disponíveis: DogHero e Pet Anjo. Cada cachorro possui uma personalidade diferente, por isso é importante que você entenda que o que funciona para o cachorro do seu amigo, talvez não funcione para o seu. Conheça as particularidades do seu cão e tente corresponde-las ao máximo. Se for necessário, é sempre importante recorrer à ajuda de um profissional. A melhor parte é voltar para casa e ser recebido com a alegria que só quem tem cachorro conhece. — Zee.Dog